Autómato Vivo – A Vida, um Artifício Natural? exposição no MUNHAC comissariada por Adelino Cardoso e Manuel Valente Alves

Autómato Vivo – A Vida, um Artifício Natural?

Inaugura no dia 21 de Novembro ás 18h30 no MUNHAC e estará aberta ao público cerca de 3 meses.

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Na transição do século XVII ao XVIII, há toda uma corrente médico-filosófica
que concebe o organismo como uma máquina apta a executar por si, mecânica e
automaticamente, o conjunto das operações vitais. Tal concepção, inspirada no
funcionamento dos “autómatos espirituais”, revelou-se profundamente inovadora,
mas não isenta de problemas. A Exposição “O Autómato vivo” visa aprofundar a
fecundidade e as dificuldades intrínsecas à noção de vida como o mais belo dos
artifícios, cruzando arte, ciência e natureza.

Parte do projecto de investigação O conceito de natureza no pensamento médico-filosófico na transição do século XVII ao XVIII do Centro de História da Cultura da Universidade Nova de Lisboa (Coordenação geral do projecto: Adelino Cardoso. Financiamento: Fundação Calouste Gulbenkian e FCT)

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